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Razón y palabra / Número 16
Os gêneros televisuais e o diálogo [01-01-2000]
  Arlindo Machado
 
ISSN :1605-4806
http://www.razonypalabra.org.mx/anteriores/n16/osgeneros16.html
No entanto, por mais que Blanchot, Barthes e Derrida queiram destronar as categoriais, eles não deixam de operar dentro de uma categoria, que é a literatura. E se lhes parece possível dizer que não existem mais romances, nem poemas, nem tragédias ou comédias, resta todavia uma categoria que os abrange todos, o livro, pólo de permanência e de resistência de uma cultura, quiçá de uma civilização, de uma Weltanschauung que se recusa a integrar-se passivamente no terreno de outros meios de expressão, como o disco, o cinema, a televisão, tudo isso que parece exprimir uma outra cultura, uma outra economia e uma outra visão de mundo. Para Marjorie Perloff, o livro pode ser tomado ele próprio como um gênero (recordemo-nos do projeto do Livre de Mallarmé, tentativa de ampliação ao extremo das possibilidades últimas desse meio). Enquanto gênero, o livro "se contraporia a todos esses meios não livrescos (e cada vez mais não impressos), que estão prestes inclusive a ocupar o seu espaço como o lugar da literatura" (Perloff, 1995: 4).
 
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