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EPTIC / Vol 4 Número 1
As estratégias televisivas em tempos de reality-shows [12-08-2003]
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  Valério Cruz Brittos
 
Ao lançar a versão brasileira do Big Brother, mais uma vez a Globo demonstrou

ousadia empresarial para, em nome da tentativa de estancar a perda de audiência e de espaço no mercado, expor-se a ponto de atingir diretamente o cerne de sua estrutura. O produto é um formato mundializado, que no Brasil repetiu o sucesso que faz em todos os países onde é exibido. Só que, por seu caráter de agressão à intimidade e pela controvérsia que gera, preferencialmente tem sido veiculado por emissoras que não são as líderes de seus mercados, as quais não possuem tantos compromissos mercadológicos e institucionais. A produção tem sido aproveitada para alavancar os índices de audiência de seus exibidores, que, a partir daí, desenvolvem outros projetos visando derrubar a primeira colocada. Além do mais, o programa prejudicou a noção mais sofisticada de programação, solidificada pela Globo nos anos 60 do século XX, e que consiste em que um programa diário deve ser exibido sempre no mesmo horário e com igual duração.
 
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